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Não faz pouco tempo que a morte do jornalismo é propagada aos quatro ventos. Profetas do apocalipse fazem questão de divulgar a torto e a direito que os meios de comunicação agonizam e, um a um, terão uma morte trágica e dolorosa – tanto para os jornalistas como para os leitores.

As redações podem realmente estar em crise e é fato que cada dia mais os gastos – sejam eles com material de escritório, viagens ou salários – estão sendo cortados de maneira cada vez mais brusca. Não há como negar que a situação é frágil. As demissões e o fechamento de tantos jornais ao redor do mundo não nos deixa mentir.

 

É preciso, porém, que estejamos atentos a um detalhe: a morte dos jornais não pode significar em momento algum a morte do jornalismo. O mestre Ricardo Kotscho disse em palestra no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo que, “enquanto tiver um repórter vivo, o jornalismo estará vivo”. Foi daí que surgiu o nome desse blog. Mesmo que aqui resida o último repórter, não permitiremos que o jornalismo morra. Ele não pode morrer.

Esse site pretende ser a morada de todos os que querem manter o periodismo vivo e atuante. Aqui será espaço para se discutir teoria da comunicação, história do jornalismo, novas mídias e, claro, para se publicar uma boa e velha reportagem.

Sejam todos bem-vindos.

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